Casa Branca ordena que militares se concentrem na ‘quarentena’ da Venezuela
EUA aguardam reforço de helicópteros para apreender outro petroleiro ligado ao país caribenho
Internacional|Da Reuters
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A Casa Branca ordenou que as forças militares dos Estados Unidos se concentrem quase exclusivamente em fazer cumprir a “quarentena” da Venezuela, disse um funcionário norte-americano à Reuters nesta quarta-feira (240.
“Embora ainda existam opções militares, o foco inicial é usar a pressão econômica por meio da aplicação de sanções para alcançar o resultado desejado pela Casa Branca”, disse o funcionário.
Petroleiros da Venezuela
A Guarda Costeira dos Estados Unidos aguarda a chegada de reforços antes de tentar abordar e apreender um petroleiro ligado à Venezuela, que é perseguido desde domingo (21), disseram à Reuters um oficial norte-americano e uma fonte familiarizada com o assunto.
O navio, identificado por grupos marítimos como Bella 1, recusou-se a ser abordado pela Guarda Costeira. Isso significa que a tarefa provavelmente caberá a uma das duas únicas equipes de especialistas — conhecidas como Equipes de Resposta de Segurança Marítima — que podem abordar embarcações nessas circunstâncias, inclusive por meio de rapel a partir de helicópteros.
A perseguição, que já dura dias, evidencia a discrepância entre o desejo do governo Trump de apreender petroleiros sujeitos a sanções perto da Venezuela e os recursos limitados da agência que está executando as operações, a Guarda Costeira.
Diferentemente da Marinha dos EUA, a Guarda Costeira pode realizar ações de aplicação da lei, incluindo a apreensão de embarcações sujeitas a sanções dos EUA.
No início deste mês, o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou um “bloqueio” de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela, na mais recente medida de Washington para aumentar a pressão sobre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
A Guarda Costeira apreendeu, nas últimas semanas, dois petroleiros perto da Venezuela. Após a primeira ação, em 10 de dezembro, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, publicou um vídeo de 45 segundos mostrando dois helicópteros se aproximando de uma embarcação e indivíduos armados e camuflados descendo de rapel no navio.
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